Linhas de Nazca
- João Assis
- 19 de set. de 2017
- 1 min de leitura
"Nessa escuridão, nessa solidão, Observo a caneta na mesa, vem clareza, mesmo sem a luz acesa, Acesa só minha alma preta... Como a noite, E nessa noite, Encontrarei Ali, Martin, Zumbi, Malcolm, Mandela... Também lembrarei dela, A poesia mais bela, Que não consegui ler, Nem entender, E na maior de minhas inspirações, Não conseguirei descrever, O labirinto imaginário, Que me desmonta, A ver nessa viagem, Revolução atribuida a paixão, Invade meu coração, Meu pensamento, E nesse lamento, Trajado de oração, Fico sem ação... Só psicografo, Logo, Nessa noite, Revolucionei, Chorei, Amei, E te trouxe, Sem repressão, Pra minha expressão, Na caneta, Na letra... Finalmente acendo as luminárias, E enxergo, Letras tristes, amáveis e revolucionárias..."
- Assis



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